Um pouco sobre o criador da obra

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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

"No meio do caminho tinha um buraco; tinha um buraco no meio do caminho"

Quem nunca, ao andar de carro ou ônibus, se deparou com um grande buraco no asfalto, que mais se parecia com uma armadilha para os desavisados? 

Uma rua pode ter crateras realmente grandes no asfalto

Em nenhum momento eu pretendo dizer que a existência de buracos nas ruas seja culpa de um governante específico, já que este é um tipo de situação que vem se arrastando por vários e vários mandatos diferentes. Você pode dizer que fulano tampou mais buracos que sicrano (e pode mesmo ser verdade), mas em algum momento todo mundo tromba com uma fenda em seu caminho.

E isso acontece porque o asfalto não é eterno. Como tudo que fica exposto a céu aberto, é lógico que as ruas vão sofrer com sol, chuva e o próprio atrito com os pneus que ali passam a todo momento. Então, as campanhas "tapa-buraco" são, no mínimo, previsíveis.

(Mas também não adianta cobrir os buracos até virarem calombos que quebram a suspensão de todos os veículos. #Fica a dica.)

terça-feira, 1 de agosto de 2017

No aperto

Estranho... Sempre falo tanto sobre problemas na cidade e esta é a primeira vez que falo dos transportes ferroviário e metroviário, algo que volta e meia ocupa seu espaço nos telejornais.

Todos os dias, as pessoas são tão pressionadas por suas próprias rotinas, que a situação abaixo acaba se tornando comum, mesmo que conscientemente ninguém queira ficar gritando, xingando e se esmagando (creio eu!).

A gente até entende que, dependendo do horário, é muita gente pra pouca plataforma; então todos se apertam mesmo. Mas nada justifica estupidez e falta de educação, certo?


As pessoas se empurram e se xingam para entrar no trem

domingo, 4 de junho de 2017

Pelo direito de pelo menos andar pela cidade

Vamos falar um pouco sobre a acessibilidade nas cidades. Vocês acham que já temos elementos suficientes para ajudar a locomoção dos deficientes visuais pelas ruas?

Não sei como é a situação aí onde você mora, querido leitor, mas me baseando pela minha cidade, a gente sabe que há um longo caminho para alcançar a excelência: Calçadas regulares e sem buracos, semáforos sonoros e pisos táteis; tudo onde fosse possível colocar.

Bom, isso é um tipo de coisa que deve ser tratado como algo sujeito a um processo de melhoria contínua, pois sempre há como fazer algo a mais para facilitar o direito de ir e vir.


Adaptações melhoram a locomoção de deficientes visuais

domingo, 28 de maio de 2017

Para aqueles que arriscam a vida diariamente

Sempre quis que Os Cidadãos fossem, em sua essência, mensagens de conscientização, sobre diversos assuntos. Acho que esta tirinha é uma das que mais seguem esta linha.

Após falar sobre poluição, sobre votar corretamente e sobre o sentido do Natal, era óbvio que, algum dia, as tirinhas citariam os cuidados no trânsito.

E creio que o ideal é falar direto com o lado mais frágil da situação: Os pedestres, que têm se sentido um pouco mais seguros e confiantes ultimamente, quando campanhas passaram a fazer motoristas serem mais cautelosos. Mas lembrem-se de que isto não justifica se expor ao perigo à toa. Já que, não adianta entrar na frente de um carro que está a dois metros de você e achar que ele vai conseguir parar, mesmo se o motorista quisesse...


Não abuse do perigo só porque você tem a preferência

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Meu reino por um assento!

Esta história eu considero bem interessante, porque a ideia surgiu de uma conversa que não tinha nada a ver, quando minha mãe estava falando sobre bebês de brinquedo. Foi aí que eu percebi que, muitas vezes quando cogitamos algo que é possível de ocorrer, ela pode gerar situações cômicas.

Agora, falando sobre os famigerados assentos preferenciais, percebe-se que eles costumam ser pivôs de altas brigas, algumas das quais podem ser encontradas por aí na Internet. Isso porque obter um lugar para sentar em um transporte público virou uma questão de... meritocracia! Por exemplo, parece que um idoso precisa ter mais idade que os outros idosos em volta para conquistar seu lugar preferencial. E será que alguém que não tem um pé tem menos direito que alguém que não tem a perna inteira?

Essas questões indicam automaticamente que as pessoas que estão em volta, em assentos comuns, precisariam ficar atentos para ceder seus lugares, caso fosse necessário. Mas se é assim, qual é o nexo em definir alguns assentos como preferenciais? Dizer então quem mais precisa sentar é uma questão de bom senso.

E claro, o bom senso às vezes depende de análise... Só para constar, existem muitos jovens doentes ou "destruídos" de tanto trabalhar e estudar, que de vez em quando também precisam sentar um pouco...


E se as pessoas partissem para truques para conseguir sentar?